Cada vez mais, assistentes virtuais surgem para solucionar problemas e criar conexões.

 
Diversos artigos sugerem que até 2025 as pessoas trocarão o touch pela voz. Todas as apostas apontam para uma era screenless, em que o único esforço para ler uma notícia, obter informações ou fazer uma compra será dar alguns comandos por voz.

Já falamos aqui que empresas estão cada vez mais apostando no“poder da voz”, vide o crescente número de assistentes virtuais que surgem. Tudo começou com a Siri, depois veio a Alexa e por aí vai.

Recentemente, o Bradesco lançou a BIA, seu sistema de inteligência artificial. Ela foi criada em 2014 e, desde então, vem sendo aprimorada. A BIA oferece atendimento imediato às respostas dos clientes: soluciona dúvidas e problemas comuns dos clientes da forma mais natural possível.

Dar voz a uma marca sempre foi uma preocupação estratégica. No entanto, agora deixa de ser apenas no sentido abstrato e passa ser literal. Forma-se a personalidade de uma marca a partir da voz que ela tem, da persona que ele representa.

E daí surge uma pergunta: mas por que todos esses chatbots até agora lançados, têm voz de mulher? Pesquisas mostram que a voz feminina é percebida como capaz de nos ajudar a resolver nossos próprios problemas, enquanto a masculina, muitas vezes, é vista como figura de autoridade que nos dá as respostas.

Então, prepare-se, a voz feminina vai estar cada vez mais presente no seu dia a dia.

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