Aquela voz de “locutor” já não se aplica mais na maior parte dos vídeos.

Já há algum tempo estamos presenciando o movimento da “autenticidade” junto às marcas. A forma como elas se comunicam com seu público deixou de ser extremamente elaborada, produzida, planejada. E o mais importante: autoritária.

Os consumidores, querendo cada vez mais conhecer quem está por trás do que consomem, estão cada vez mais interessados em marcas autênticas, com propósito e transparência.

Por isso, de uns anos pra cá, empresas de todos os portes têm adotado uma comunicação mais próxima, informal e horizontal, ao contratar locutores com vozes mais suaves e locução mais natural.

No que tange à locução, o tom impositivo, sempre muito presente na publicidade, não é mais utilizado nos dias de hoje. Agora, a busca é por vozes e entonações de pessoas comuns, como se a marca fosse “gente como a gente” conversando com um amigo.

Assim, o ouvinte se identifica e a mensagem fica mais próxima dele, mais fiel e fiável.

E para fazer uma voz que não fique “forçadamente” normal? Daí é preciso contratar um locutor, ou locutora que vai saber dar o tom exato à mensagem que a marca quer passar.

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